O poder de fogo escandinavo que derrubou uma tetracampeã mundial

A seleção sueca está de regresso a um campeonato do mundo 12 anos depois da última presença. No passaporte para a Rússia, o último carimbo foi dado em solo italiano, com os escandinavos a afastarem, no play-off, a tetracampeã mundial Itália.

O CALENDÁRIO

A Suécia entra em ação no grupo F frente à Coreia do Sul, a 18 de junho. Joga depois com a Alemanha, no dia 23, e fecha a fase de grupos diante do México, a 27 de junho.

Com a dominância germânica a representar uma aparente certeza, os escandinavos deverão encontrar no México o maior obstáculo no caminho para o "mata-mata", pelo que o último jogo deverá mesmo ter contornos decisivos nas contas do apuramento.

TT News Agency

O HISTÓRICO

Foi há precisamente 60 anos que a Suécia alcançou a melhor prestação de sempre num campeonato do mundo. No Mundial que organizou, em 1958, só foi travada por um Brasil onde já brilhava um talento puro de 17 anos chamado Pelé.

Em 1958, os suecos foram finalistas vencidos. Pelé marcou 2 golos nessa final

Em 1958, os suecos foram finalistas vencidos. Pelé marcou 2 golos nessa final

Num total de 11 participações, desde 1958 o melhor que os suecos conseguiram foi um 3.º lugar no EUA'94. Já não há Henrik Larsson, Stefan Schwarz ou Patrik Andersson, mas há Marcus Berg, Victor Lindelöf ou Ola Toivonen, pelo que as esperanças suecas em aspirar a uma boa campanha são legítimas.

A FIGURA - MARCUS BERG

Com a possibilidade de um regresso de Ibrahimovic à seleção sueca a esfumar-se nas últimas semanas, o avançado assume o estatuto de figura maior entre os comandados de Janne Andersson.

Alessandro Garofalo

Aos 31 anos, ainda não perdeu a fome de golos. A prová-lo estão os mais de 30 que marcou nesta temporada, nos Emirados Árabes Unidos. Pela seleção soma 18 golos em 55 internacionalizações.

Stoyan Nenov

Autor: André de Jesus