O grito viking que agitou a Europa

A seleção islandesa é, a par do Panamá, uma das estreantes em campeonatos do mundo. Depois da sensação causada no Euro 2016, que custou mesmo um empate aos campeões da Europa, de que serão capazes os comandados de Heimir Hallgrimsson nesta campanha em solo russo?

O CALENDÁRIO

O primeiro jogo de sempre da Islândia em Mundiais vai ser frente à bicampeã Argentina, a 16 de junho. Os islandeses medem depois forças com a Nigéria, no dia 22, e fecham a fase de grupos diante da Croácia, quatro dias depois.

Sem qualquer tipo de pressão para ter sucesso na Rússia, os islandeses carregam a responsabilidade trazida por dois feitos alcançados antes da inédita chegada a este Mundial: a excelente campanha no Euro 2016, em que eliminaram a Inglaterra nos oitavos de final e só caíram na fase seguinte, aos pés da anfitriã e vice-campeã, e o não pior desempenho na fase de qualificação para o campeonato do mundo, em que os vikings se impuseram num grupo em que figuravam seleções como Croácia, Ucrânia ou Turquia.

Asgeir Asgeirsson

O HISTÓRICO

Não há muito a dizer, dado que esta será a primeira participação num Mundial.

A forma como a seleção islandesa, que representa um país com menos de 350 mil habitantes, chegou ao Europeu já tinha sido histórica. O apuramento para o Mundial tem, por isso, por si só, contornos ainda mais impressionantes.

O auge da participação islandesa no Euro 2016 foi o triunfo nos oitavos de final sobre a Inglaterra

O auge da participação islandesa no Euro 2016 foi o triunfo nos oitavos de final sobre a Inglaterra

Reuters Staff

A FIGURA - GYLFI SIGURDSSON

No meio de tantos son (Magnússon, Gudmundsson ou Bjarnason), Gylfi é o nome que se destaca.

Yves Herman

O médio de 28 anos, que representa atualmente o Everton, conta já com várias épocas na Liga inglesa. Um nível acentuado de experiência que se alia ao detalhe técnico e a uma meia distância notável.

AI Project

Autor: André de Jesus